Comece já a montar uma equipe multidisciplinar na sua empresa!

Quando escutamos falar em equipe multidisciplinar, é comum que nossa mente nos remeta a uma equipe de médicos, na qual cada um em sua especialidade vai trabalhar pela nossa saúde e recuperação.

Entretanto, o conceito de equipe multidisciplinar já é uma realidade em muitas empresas de sucesso e de diversos segmentos.

Isso porque os gestores perceberam muitas vantagens ao trabalhar com esse tipo de equipe e integrar áreas de conhecimento distintas para a resolução de problemas e atingimento de metas.

Neste texto, vamos falar quais os principais benefícios de criar e gerir uma equipe multidisciplinar em sua empresa e quais os impactos positivos que ela pode trazer ao seu negócio. Confira!

Invista em uma equipe multidisciplinar

Para a criação de uma equipe multidisciplinar é preciso investir tempo e recursos. Dizemos isso porque para que uma equipe deste tipo funcione, é preciso ainda mais planejamento.

Primeiro, o gestor deve identificar que tipos de profissionais e de que áreas de conhecimento são necessários para o desenvolvimento de um determinado projeto ou a conquista de um objetivo.

Na hora do recrutamento, ele deve saber selecionar muito bem cada um dos integrantes deste time, já que nem todos os profissionais possuem as habilidades necessárias para trabalhar bem em equipe.

É muito importante trabalhar bastante na integração dessa equipe e mostrar aos seus membros que todos têm a mesma importância e o mesmo grau de responsabilidade pelo desenvolvimento e sucesso do projeto.

Manter as expectativas e as responsabilidades bem definidas e alinhadas é essencial para evitar conflitos futuros.

Aumente a produtividade dos colaboradores

Um dos principais benefícios de uma equipe multidisciplinar é o aumento de sua produtividade.

É normal que em uma equipe de profissionais da mesma área, alguns erros e detalhes passem batidos e só sejam revisados lá na frente, quando o projeto chegar às mãos do especialista de outro setor.

Como em um time multidisciplinar estão envolvidos profissionais de especialidades diferentes, as chances de erros são minimizadas, já que todos estão em contato com o projeto desde seu escopo.

Ou seja, grande parte dos erros são evitados e, com isso, as refações também, economizando tempo e dinheiro.

Potencialize o trabalho em equipe

O trabalho em equipe já é uma prática quase que obrigatória em qualquer empresa, e por meio de uma equipe multidisciplinar, essa habilidade é ainda mais potencializada.

A diversidade de contar com pessoas com histórias de vida, formações acadêmicas, cursos, experiências, maneiras de pensar e até culturas distintas, enriquece muito os recursos humanos de uma empresa.

Cada um consegue analisar os problemas e os pontos de melhoria de diferentes perspectivas. E quando sabem expor e debater sobre isso, trabalhando juntos para chegar a um consenso que beneficie o objetivo que têm em comum, todos só têm a ganhar.

Colha os resultados

Os resultados do trabalho de uma equipe multidisciplinar são colhidos por todos: gestores, membros do time e empresa.

Como todos trocam mais informações e experiências e estão mais abertos a ouvir e entender o ponto de vista do outro, o crescimento não é apenas da organização, mas das pessoas também.

A empresa cresce como um todo, os processos ficam mais ágeis, os colaboradores mais felizes e proativos e, é claro, que tudo isso vai se refletir na satisfação do cliente e na qualidade do produto ou serviço oferecido.

Agora que você já entendeu o que é e quais os benefícios de uma equipe multidisciplinar, veja o que um funcionário espera de uma empresa de sucesso e conquiste ainda mais os seus colaboradores.

Planejamento de RH: o que fazer para atingir a meta até o final do ano?

O setor de Recursos Humanos tem um papel fundamental dentro da empresa. Por estar localizado em uma posição neutra (não é um setor integrado aos demais de maneira clara), essa área pode atuar como uma parte estratégica da organização. Ou seja, ele trabalha tanto com gestores quanto com colaboradores.

Graças a sua posição, o setor deve criar um planejamento de RH. Esse planejamento precisa atingir os colaboradores, de gestores a funcionários operacionais, a fim de garantir que eles cumpram as metas que a empresa propôs.

Como sabemos que essa não é uma tarefa fácil e que frequentemente as metas parecem estar mais distantes do que esperávamos, nós separamos 4 dicas para que você alcance os resultados que precisa até o fim do ano. Confira!

Reveja o planejamento de RH

Antes de qualquer desorientação pelo prazo apertado, pela distância das metas e pela cobrança dos diretores, a primeira coisa a ser feita é rever o planejamento de RH. Nem sempre as finalidades estabelecidas no início do plano condizem com a produção atual da empresa, nem com a situação econômica do país.

Assim, é importante questionar-se se todas as medidas ali são necessárias, ou se são suficientes e, então, voltar a colocá-las em prática. Além disso, uma releitura do planejamento de RH pode apontar caminhos que antes não tinham sido vistos, facilitando o cumprimento das metas empresariais.

Faça um diagnóstico 360°

O diagnóstico 360° é uma ferramenta que visa avaliar o desempenho do funcionário em diferentes níveis, tanto em sua produção quanto no relacionamento interpessoal. Logo, ele identifica a percepção que o colaborador tem de si mesmo, assim como busca entender como sua liderança e sua equipe o veem.

A visão holística propiciada por essa análise permite transpor o campo da produção física individual, observando o verdadeiro impacto que cada colaborador tem dentro da empresa. Isso é essencial para o planejamento de RH: retirar alguém da equipe apenas por sua baixa produção, desconsiderando como ela afeta os outros colaboradores, pode ser um erro terrível.

Mantenha o diálogo aberto

O setor de recursos humanos não pode se dar ao luxo de perder boas ideias ou ter colaboradores desmotivados, principalmente quando existe a necessidade clara de bater metas pontuais.

Nesta situação, a melhor decisão é manter os canais de comunicação abertos, permitindo, assim, que os funcionários possam entrar em contato com o setor e relatar qualquer insatisfação ou compartilhar alguma sugestão.

O principal motivo de manter o diálogo aberto é garantir a consistência dos processos da empresa com funcionários motivados. Canais de comunicação fechados, além de irem contra as bases que fundamentam o bom funcionamento do setor de recursos humanos, podem gerar insatisfação nos colaboradores.

Acerte na contratação de estagiários e funcionários

Nem sempre a força de trabalho atual da empresa conseguirá ser suficiente para alcançar as metas estabelecidas. Percebendo essa situação, o RH precisará mover forças, buscando, até mesmo, parcerias para encontrar novos profissionais aptos capazes de preencher essa lacuna no cronograma.

Dessa forma, a empresa tem o profissional que precisa para atingir as metas, e o processo de seleção é simplificado.

De um modo geral, podemos dizer que a posição do setor de Recursos Humanos o coloca em uma situação delicada: ele é quem gere o capital humano da empresa e, ao mesmo tempo, deve assegurar a produção do bem final que será colocado no mercado.

Por este motivo é importante ter um planejamento de RH bem estruturado e dentro da realidade. Sua elaboração precisa estar pautada dentro dos dados que a empresa tem disponíveis, visando, principalmente, alcançar as metas estabelecidas a priori.

Se você gostou das dicas, baixe e confira o nosso e-book: O guia definitivo para contratar estrangeiros em sua empresa!

Tipos de recrutamento: escolha o melhor para a sua empresa

Escolher entre os diferentes tipos de recrutamento é, certamente, algo desafiador. Com os altos custos decorrentes da contratação e do treinamento de um colaborador nas competências e habilidades necessárias para realizar um bom trabalho, cometer um erro nessa área pode prejudicar substancialmente a empresa.

A fim de evitar falhas, concentre-se em duas possibilidades principais de recrutamento: o interno e o externo. Na prática, existem vantagens em ambas as formas. Neste post, abordamos alguns elementos a serem considerados para que você escolha o tipo que mais se adéqua às características e necessidades específicas de sua organização.

Continue a leitura, fique de olho nos tipos de recrutamento e escolha o melhor para sua empresa! Vamos lá?

Recrutamento interno

Uma estratégia interna de recrutamento é caracterizada pela promoção de atuais colaboradores, designando-os para funções hierarquicamente mais elevadas na empresa.

Muitas organizações utilizam ferramentas como o envio de e-mails, folhetos e postagens de intranet, entre outras, para informar os funcionários existentes sobre a disponibilidade de vagas.

Além disso, o recrutamento interno pode ser interessante para a organização que deseja cobrir rapidamente determinadas funções críticas ou criar uma política de promoção permanente.

Recrutamento externo

A estratégia oposta, qual seja, a do recrutamento externo, envolve a procura sistemática, por parte do departamento de recursos humanos, por bons candidatos à contratação que estejam fora de seu próprio pool de colaboradores.

Nesse caso, é comum a utilização de anúncios em jornais, sites de pesquisa de empregos, feiras profissionais e referências pessoais. Algumas recorrem, até mesmo, a agências para preencher posições que exigem poucos conhecimentos específicos e/ou técnicos.

É usual, também, a contratação de consultores para ajudar no processo de seleção, a fim de garantir que apenas os profissionais mais capacitados sejam recrutados.

Vantagens do recrutamento interno

O recrutamento interno apresenta algumas vantagens “naturais”. Ele elimina a necessidade de “reinventar a roda”, pois o recrutado já é um colaborador. Sendo assim, ele provavelmente entende bem o modelo comercial, a cultura corporativa e os processos da empresa antes de assumir o novo cargo.

Como resultado, ele tende a se adaptar à posição mais rapidamente do que alguém que é recrutado externamente — e que exige mais tempo para ser encontrado, treinado e preparado para o trabalho. Sem mencionar o risco sempre presente de, após tudo isso, o externo ainda não se adaptar completamente.

Não se esqueça de que, do ponto de vista dos colaboradores atuais, a oportunidade de avançar na carreira proporciona uma forte motivação.

Vantagens do recrutamento externo

O recrutamento externo, por sua vez, também possui algumas vantagens substanciais. Diferentemente do tipo interno, sua empresa receberá ideias novas de um colaborador que ainda não foi exposto aos seus processos e fluxos de trabalho.

Esse funcionário tende a trazer informações ou metodologias de seu antigo empregador e que, se forem consistentes, podem até ser integradas às suas melhores práticas.

Entre os tipos de recrutamento, o externo possui melhores condições de levar estabilidade às equipes, mantendo-as intactas e unidas, uma vez que nenhum colega de trabalho se torna, de uma hora para a outra, um superior hierárquico.

Gostou do nosso artigo? Qual tipo de recrutamento você aplica em sua empresa? Deixe um comentário no post e divida conosco sua experiência!

Redes sociais corporativas: como posso engajar meus funcionários?

A sua empresa acaba de divulgar um dossiê importantíssimo para a indústria, fruto de meses de entrevistas e apuração de dados. No entanto, no momento em que o material é publicado nas redes sociais, sequer os autores do estudo curtem. Muito menos os funcionários compartilham o conteúdo. O resultado? Caso não haja um patrocínio vultoso, em poucos dias a pesquisa é praticamente esquecida entre tantos outros posts nas timelines dos diversos canais. 

Infelizmente, a falta de engajamento dos próprios funcionários nas redes sociais corporativas é comum, tanto nas grandes como nas pequenas empresas, tornando-se um verdadeiro desafio para gestores. Afinal, um gerente pode ou não cobrar dos seus colaboradores uma ação que deveria ocorrer espontaneamente? 

Com as dicas deste post, você vai aprender a engajar os funcionários nas redes sociais corporativas da melhor maneira possível. Confira. 

Dê voz aos colaboradores 

Antes de se questionar o verdadeiro porquê da falta de engajamento, é necessária a simples reflexão: a empresa de fato permite que os colaboradores expressem suas opiniões rotineiramente? Caso a resposta seja “não”, o melhor a se fazer é rever toda a cultura organizacional, pois eles jamais correrão o risco de perder o emprego ao se expor no Facebook da empresa.

Ter um canal seguro e sadio de diálogo entre presidente, diretores, gestores, líderes e funcionários é fundamental para estabelecer a comunicação nas redes sociais.

Valorize seus funcionários

Aqui, vale fortalecer o sentimento de “pertencer” à empresa para fazer com que todos se sintam à vontade a contribuir nas redes sociais.

Se o “pertencimento” está inculcado na cultura organizacional, ele automaticamente vai se refletir nos canais de comunicação, onde presidentes podem deixar suas impressões sobre determinada postagem da mesma forma que o funcionário do Xerox, travando diálogos construtivos que podem, inclusive, gerar frutos para a gestão do negócio.

Estimule a criatividade

Enquetes, postagem de fotos temáticas, contribuições artísticas… O que não falta em cada rede social são recursos e ideias para deixar a interação mais prazerosa e divertida.

No dia das mães, por exemplo, incentivar todos os funcionários a postarem fotos com as mães, publicar aquele meme criado brilhantemente pelo estagiário de design, transformar em banner uma bela frase inventada pelo redator, produzir um vídeo no escritório, tudo isso são formas interessantes de estimular a criatividade e dar calor humano às redes sociais.

Mostrar os ganhos pessoais do engajamento nas redes sociais corporativas

A dura realidade é que a maioria dos colaboradores não curte, segue ou compartilha porque não vê ganhos imediatos com isso. A princípio, não estão errados, pois se o chefe não obriga que o façam, por que eles deveriam desviar 5 a 10 minutos da atenção dedicada às tarefas diárias para comentar o novo post do LinkedIn da empresa?

Portanto, cabe ao gestor demonstrar que uma taxa alta de engajamento culmina em mais projeção no meio digital para a empresa e, consequentemente, mais exposição para os profissionais que nela trabalham. E não há ninguém que não queria ser bem-visto e requisitado pelo mercado, não é mesmo?

Crie grupos específicos 

Muitas vezes, o colaborador até tem disposição de curtir os conteúdos no Facebook, etc, mas não o faz simplesmente porque não sabe quando os posts são publicados.

Para evitar esse esquecimento absolutamente natural, o ideal é criar grupos (no Whatsapp, por exemplo) para avisar a todos assim que um novo conteúdo é postado, citando links e tudo mais. Em seguida, peça gentilmente o feedback.

Com essa prática, em pouco tempo todos os funcionários estarão habituados aos dias de postagem e, pode ter certeza, cobrarão o conteúdo caso ele não seja postado na data determinada.

Invista no conteúdo

Se o conteúdo divulgado nas redes sociais da empresa tiver qualidade e atender às expectativas tanto do público externo como o interno, com certeza o engajamento surgirá com muito mais naturalidade.

Os próprios funcionários são o melhor termômetro para dizer se um conteúdo é atraente ou não, e por isso também se tornam os melhores promotores do que é produzido pela empresa. Afinal de contas, se o funcionário chega a compartilhar e elogiar determinada postagem corporativa, há grandes chances de a empresa estar no caminho certo.

Estabeleça pequenas metas e recompensas 

Quem é que não gosta de uma boa competição? Competir para ganhar recompensas, então, é melhor ainda. Por exemplo, apresentar ao time as metas de (x) seguidores no LinkedIn até o fim do mês, ou de (x) curtidas no Facebook até o fim do ano, com o prêmio de um almoço ou jantar grátis caso elas sejam atingidas.

Metas como essas instigam o espírito competitivo de cada um de nós em prol de dois bons resultados para a empresa: mais engajamento e presença online. Sem contar que as metas levam cada funcionário a divulgar as redes sociais para seus amigos e familiares, o que aumenta significativamente a base de curtidores e seguidores.

Priorize conteúdo que venha dos próprios funcionários

Não é por acaso que o recurso “Live” inventado por Facebook e Instagram é um grande sucesso nos ambientes corporativos. É que, com a possibilidade de se transmitir ao vivo quaisquer acontecimentos dentro do escritório, os próprios colaboradores ganham mais exposição (e motivação), vindo a se tornarem apresentadores ou entrevistados por um dia, o que leva a um engajamento automático nas redes sociais corporativas.

Acima de tudo, quem é que não tem curiosidade de ver o que o colega tem a dizer via Facebook? Portanto, quanto mais espaço os próprios colaboradores tiverem nas redes sociais da empresa, mais incentivados eles se sentirão a curtir e compartilhar o conteúdo.

Ao seguir essas dicas, você aumentará as chances de engajamento e ainda dará mais dinamicidade aos canais de comunicação da sua empresa. Mas é bom lembrar que, em relação aos posts patrocinados (principalmente na modalidade CPC, Custo por Clique), não é recomendável que os funcionários curtam, pois cada uma dessas curtidas interfere sobre o custo da campanha, tornando mais caro para a empresa atingir o público externo. 

E então, gostou das dicas? O que acha agora de compartilhar este post nas suas redes sociais corporativas? Até o próximo artigo!

4 dicas incríveis para promover felicidade no trabalho

A felicidade no trabalho contribui para arquitetar equipes mais produtivas e comprometidas com os valores internos, um grande benefício para a empresa em geral. Isso influencia diretamente no crescimento e maturidade do empreendimento.

Não é à toa que as organizações investem cada vez mais no assunto, de grandes multinacionais até pequenas startups. Hoje é possível falar em horários mais flexíveis, presença livre de cães e gatos nos escritórios, programas de ginástica laboral e assim por diante.

Quer saber como promover a felicidade no ambiente da sua empresa, tornando seus funcionários mais apaixonados e fiéis à sua marca empregadora? Continue lendo o conteúdo que criamos especialmente para você. Boa leitura!

1. Elimine as barreiras de hierarquia

A ideia de controlar demais os funcionários está defasada, afinal, teve origem há mais de 100 anos, com Henri Ford. Hoje, os talentos buscam um ambiente menos hierárquico; a frase “manda quem pode, obedece quem tem juízo” não funciona mais.

Quando as barreiras de hierarquia são eliminadas, os colaboradores sentem-se mais próximos do negócio, capazes de promover melhorias e atuar como intraempreendedores — imaginando, desenvolvendo e implementando grandes mudanças no local de trabalho.

Uma ótima dica para quebrar as barreiras de hierarquia é investir em espaços abertos para o trabalho, gerando uma maior integração entre líderes e liderados. O chamado open space já é bastante usado em startups, e pode ser usado em sua companhia.

2. Invista no diálogo interno

Uma boa comunicação pode fazer toda a diferença dentro da empresa, eliminando o número de conflitos e problemas que existem. Entretanto, atualmente ainda há muitos gestores que não se importam com o assunto, deixando-o em segundo plano.

Para aprimorar a comunicação interna, além de engajar a liderança nesse sentido, é importante que se estabeleçam novos canais de comunicação. Os mais comuns são: intranet, mural de recados, redes sociais corporativas e aplicativos mobile.

3. Crie uma cultura forte e consistente

A cultura de uma empresa é o conjunto dos hábitos, crenças e valores que são compartilhados internamente. Quando a cultura é consistente, todos os funcionários conseguem entender com mais clareza o que devem fazer.

É importante definir que tipo de cultura desenvolver. Algumas empresas desenvolvem-na com foco nos clientes finais, outras nos próprios funcionários. A Ambev, maior distribuidora de bebidas do mundo, desenvolveu sua cultura com foco na produtividade.

Perceba que são muitas as opções, então gaste um tempo definindo a que mais se adéqua ao seu empreendimento, depois, você precisa implementá-la. Mas isso demanda muito tempo e esforço, então seja paciente e focado no resultado que deseja alcançar.

4. Estimule hábitos saudáveis

Bons hábitos contribuem diretamente para otimizar a felicidade no trabalho, então estimule-os internamente. Existem diversas possibilidades, como promover atividades físicas, uma alimentação saudável ou mesmo treinamentos sobre finanças pessoais.

Com isso os colaboradores se tornarão menos estressados, o número de conflitos interpessoais diminuirá e o clima organizacional ficará melhor. É como uma cadeia: uma pequena mudança promove grandes melhorias no futuro.

Veja como são dicas simples, mas que podem fazer toda a diferença. Ao aplicá-las, sua empresa terá funcionários mais felizes, comprometidos e produtivos.

Agora que está por dentro do assunto e sabe como promover a felicidade no trabalho, aproveite para compartilhar suas dúvidas ou experiências sobre o assunto. Deixe seu comentário em nosso post!

Entenda a importância da diversidade nas empresas

Fazer com que o maior número de culturas, etnias, raças e crenças participem das equipes das organizações tem exigido preparo e muita dedicação dos profissionais da área de recursos humanos, já que a diversidade nas empresas é uma das principais urgências do mercado de trabalho atual.

 A diversidade dos colaboradores pode ser implantada em diferentes setores e muitas ocupações, diferenciando-se desde o conhecimento técnico, que influencia a maneira de atuar, até as diversas faixas etárias e o gênero.

Separamos para você quatro motivos para apostar em diversidade nas empresas. Acompanhe:

1. Mais eficiência e criatividade nos processos

A combinação de diferentes culturas e pessoas forma uma equipe diversa, cada qual com sua vivência e experiência, fazendo com que as grandes empresas consigam se destacar na sociedade atual e, então, oferecer os produtos e serviços adequados a mercados tão diversos e exigentes.

Na diversidade, as pessoas são mais incentivadas e possuem mais abertura para novos pensamentos, conquistando soluções diferenciadas para questões do cotidiano.

Quanto maior for a diferença de conhecimento, origem e cultura das pessoas, maiores serão as oportunidades de que o ambiente provoque a inovação e a criatividade.

2. Aumento da motivação e do engajamento

Colaboradores que percebem a diversidade como um fator relevante dentro da organização são mais motivados, compreendem que, ao se dedicarem mais, trazem um ganho para a empresa e para o seu desempenho pessoal.

Nas organizações em que o ambiente de diversidade é reconhecido, os colaboradores estão mais engajados e dispostos a entregar mais que o esperado pelas pessoas, assim como um ambiente com diversidade também faz com que os conflitos, que por vezes atrapalham a produtividade e a eficiência, sejam menos recorrentes.

3. Reputação positiva e valor agregado à marca

Investimentos em diversidade, como o apadrinhamento de estrangeiros, reflete não apenas no bem-estar dos funcionários, mas também em sucesso financeiro para as organizações.

Dessa forma, incluir a diversidade como pauta da agenda estratégica é um ótimo caminho para maximizar os resultados e diferenciar a organização em temas importantes como liderança, inovação, motivação e, em consequência, resultados financeiros.

Partindo das diferentes demandas do público consumidor, as organizações conseguem atingir a todos e acrescentar valor intangível à marca, com serviços exclusivos e adaptados a mercados compostos por pessoas cada vez mais diferentes entre si.

Saber conviver com as diferenças, sejam elas quais forem no ambiente profissional, é uma qualidade muito apreciada pelo novo mercado e pelos líderes de maneira geral, pois demonstra que o profissional é flexível e está sempre pronto às mudanças ou a aprender coisas novas.

Dessa forma, o colaborador que sabe contornar situações e conflitos em virtude de divergências no ambiente de trabalho vai estar sempre em evidência positiva.

4. Inclusão social nas empresas

Quando as pessoas, de forma geral, falam sobre inclusão dentro das grandes organizações, a primeira ideia é incluir os profissionais com algum tipo de deficiência ou incapacidade no mercado de trabalho. No entanto, o termo “inclusão” vai muito além dessa percepção.

Por inclusão, as pessoas devem entender a capacidade de interagir de maneira satisfatória, de modo que seu trabalho seja produtivo, com número de funcionários cada vez mais diversificado em sua faixa etária, em sua etnia e em seus aspectos culturais.

Nas grandes corporações modernas, o funcionário deve saber interagir de maneira positiva com todos os outros profissionais e tentar absorver com essa diversidade os vários conhecimentos que poderá utilizar no âmbito profissional.

Se você curtiu este post de quatro motivos para apostar em diversidade nas empresas, vai gostar também do nosso e-book sobre gestão internacional de recursos humanos. Baixe agora!

Saiba como funciona o trabalho voluntário no Brasil

O trabalho voluntário no Brasil é regulamentado pela Lei 9.608, de 1998, e menciona que essas ações tenham objetivos cívicos, culturais, educacionais, recreativos ou assistenciais.

De acordo com um levantamento do Instituto Datafolha, encomendado pela Fundação Itaú Social em dezembro de 2014, apenas 28% dos brasileiros já tinham desempenhado algum tipo de ação voluntária e somente 11% ainda praticavam este tipo de iniciativa.

Para melhorar esses números é preciso que empresas e pessoas saibam como funciona e quais são os benefícios do trabalho voluntário. Por isso, continue a leitura do artigo e saiba como funciona o trabalho voluntário no Brasil!

Exemplos de grandes empresas

Santander

O Programa Escola Brasil foi criado em 1998 por iniciativa de alguns colaboradores do Santander e se transformou em prática corporativa. Por meio de parcerias com escolas públicas, são criadas ações que vão desde esportes e cultura, a meio ambiente e geração de renda. Até setembro do ano passado, 4.501 voluntários participavam de 452 núcleos para atender a 274 escolas públicas de 166 cidades, em 22 estados do país.

ArcelorMittal Aços Longos

O programa Pró-Voluntário faz, desde 2000, diversas ações voluntárias, como doações de sangue coletivas, campanhas de agasalho e de Natal, além de realizar atividades com idosos de um posto de saúde próximo a uma das unidades da empresa, em Cariacica (ES). Para estimular os funcionários a participarem, a ArcelorMittal Aços Longos criou comitês locais.

Bosch

O Grupo Bosch criou, em 1971, o Instituto Roberto Bosch, que incentiva os funcionários a participarem de projetos voluntários e investe anualmente cerca de R$ 4 milhões em programas sociais. Há ações que atendem necessidades básicas e estruturais de organizações e escolas parceiras da companhia por meio de gincanas e mutirões de peças, além de capacitação de jovens para serviços comerciais, administrativos e logísticos.

Nextel

O programa de voluntariado da Nextel existe desde 2005 e promove desde doações e mutirões de reforma até passeios culturais para crianças de São Paulo e do Rio de Janeiro. Cerca de 20 mil crianças e jovens de mais de cem instituições e escolas públicas foram beneficiadas pelas campanhas voluntárias da empresa no ano passado.

Benefícios para empresa e funcionários

As vantagens do serviço voluntário vão muito além da imagem da companhia. Ele amplia a noção de trabalho em equipe, integração e solidariedade, o que resulta na melhoria do clima organizacional e, consequentemente, no aumento da produtividade.

Dicas para criar um programa de voluntariado

  • Identifique funcionários que já praticam o voluntariado: eles podem ser importantes parceiros, além de poderem compartilhar experiências e dar sugestões;
  • Ofereça parceria com uma instituição próxima: após mapear quais projetos sua empresa poderá realizar, conheça as demandas das organizações sociais da sua região;
  • Crie um calendário de atividades voluntárias: no início, foque em poucas ações, com metas claras e factíveis;
  • Promova a arrecadação de recursos: feirinhas, bazares e gincanas são excelentes formas de arrecadar recursos para realizar o projeto voluntário.

Com essas dicas e exemplos de trabalho voluntário no Brasil, você já pode começar a planejar quais serão as campanhas que você pode implementar na sua empresa e obter as vantagens deste tipo de iniciativa.

Você gostaria de desenvolver um trabalho com voluntários estrangeiros na sua empresa? Entre em contato com AIESEC Brasil e alcance a excelência em sua corporação!

Como acertar na integração de funcionários?

Quem trabalha com gestão de pessoas sabe como é importante a fase de integração de funcionários dentro do processo seletivo da empresa. Ainda assim, não é tão fácil acertar todas as vezes.

Pensando nisso, trazemos neste post algumas dicas práticas para que sua empresa aprenda a receber o colaborador recém-chegado da melhor maneira. Continue a leitura e confira!

Crie um planejamento

Como todo procedimento essencial dentro da empresa, a integração de novos funcionários requer planejamento detalhado. Documente um passo a passo que seja claro e simples de ser entendido por qualquer membro da equipe.

Nele, coloque todos os assuntos essenciais a serem abordados durante os primeiros dias de integração, bem como o roteiro de lugares a serem visitados com o novo funcionário.

Se possível, elabore um cronograma, para que os envolvidos reservem um dia e horário específicos para se dedicarem à integração, de modo que todos possam dar toda a atenção necessária ao novo membro da equipe, sem, no entanto, atrapalhar o andamento de suas próprias tarefas.

Treine os colaboradores

Integrar um novo membro na equipe é responsabilidade do recrutador, mas também é trabalho para todos os colaboradores. Ajudar o funcionário a se familiarizar o mais rápido possível com os processos e se sentir parte da equipe é vital para a sua adequação, e não há ninguém melhor para isso do que os próprios colegas de trabalho.

Sendo assim, prepare-os e, se possível, promova uma reunião no primeiro dia para apresentar o recém-chegado formalmente à equipe. Isso certamente ajuda a “quebrar o gelo” entre todos.

Apresente a empresa

Não é só à equipe e às funções inerentes ao cargo que o funcionário deve ser apresentado: as instalações da empresa também devem fazer parte da integração de funcionários.

Onde fica cada departamento, onde é possível descansar após o almoço, onde ficam os melhores cafés e restaurantes nas imediações da empresa, enfim, fazer um tour com o colaborador ajuda a evitar que ele se sinta perdido nos primeiros dias, o que faz toda a diferença ao construir seu senso de engajamento.

Seja acessível durante a após a integração de funcionários

Os primeiros dias são cruciais para a adaptação do novo funcionário, por isso, é importante que você se mantenha disponível para conversar, tirar dúvidas e ouvir ideias e sugestões que o novo colaborador trouxer consigo.

Afinal, a comunicação é peça-chave para bons relacionamentos, e é importante que você ajude a estimular a prática do diálogo logo no início se quiser promover um bom clima organizacional no longo prazo.

Ofereça feedbacks

É válido lembrar que toda equipe tem seu ritmo próprio de produtividade, e o novo colaborador entra no meio desse processo “de paraquedas”, com seus próprios vícios e manias do emprego anterior.

Assim sendo, é importante observar e avaliar o que o colaborador traz de novo, como isso agrega e como atrapalha a equipe e, a partir disso, oferecer feedbacks.

Observe também como ele se encaixa na equipe no que se refere à interação: há boa comunicação? O clima organizacional está agradável? Esses são fortes medidores de como vai a integração e do que pode ser melhorado para garantir a retenção de novos talentos.

E na sua empresa, como é feita a integração de funcionários? É usado algum método diferente no setor de recrutamento e seleção? Compartilhe suas experiências com a gente nos comentários!

Descubra como melhorar a comunicação entre líder e funcionário

As falhas de comunicação entre líderes e funcionários podem custar caro para a empresa. Entre os possíveis problemas, estão as tarefas mal executadas ou esquecidas e desentendimentos que comprometem as relações entre colegas. E os resultados negativos podem ser vários, da queda na produtividade a erros que podem arruinar a credibilidade da empresa.

Mas a boa notícia é que é possível (e fácil) mudar isso! Hoje, separamos algumas dicas para melhorar a comunicação entre líder e funcionário. Anote!

Mantenha um bom relacionamento

Quando gostamos e confiamos nas pessoas, a tendência é que nossa comunicação com elas melhore — sentimos mais abertura para nos expressar e mais vontade de ouvir. Por isso, invista em relacionamentos baseados em respeito e educação no ambiente de trabalho.

Estes relacionamentos não apenas vão tornar mais tranquilas as conversas, mas também vão servir de base para momentos em que será preciso dar feedbacks negativos, por exemplo. Quando recebemos críticas de pessoas que respeitamos, conseguimos lidar melhor com elas.

Separe pessoal e profissional

As amizades no ambiente de trabalho são naturais, por causa da convivência, e a amizade entre líderes e funcionários não só é possível, como é comum. Porém, como se trata de uma relação primordialmente de trabalho, alguns cuidados são necessários.

O principal deles é saber separar pessoal e profissional. Um líder não deve favorecer ou prejudicar um funcionário por causa do relacionamento pessoal entre eles, por exemplo, pois isso pode comprometer a credibilidade de ambos.

Não é uma tarefa fácil, por isso, a dica é ser sensato: se você sente que não conseguirá fazer essa separação, evite se aproximar de colegas dessa forma. Manter um relacionamento profissional de qualidade pode ser o melhor a se fazer, neste caso.

Saiba ouvir

Comunicação é uma via de mão dupla, mas muitos ainda se esquecem de ouvir, especialmente quando ocupam cargos de liderança.

Para que a comunicação entre líder e funcionário seja realmente eficaz, ambos precisam ter voz. Isso não apenas fará com que o funcionário se sinta valorizado e respeitado, mas também pode abrir um imenso leque de oportunidades para a empresa.

Afinal, quem conhece melhor as atividades do que aquele que as desempenha no dia a dia? Quando líderes escutam seus funcionários, eles conhecem melhor os processos e têm uma fonte valiosa de inspiração para melhorias.

Crie mecanismos de comunicação

Hoje, a quantidade de ferramentas que podem ajudar a melhorar a comunicação é imensa. Basta pensar em todas as empresas que já adotaram o WhatsApp, por exemplo, ou sistemas internos de chat, e-mail, telefone, reuniões presenciais.

É importante estabelecer, entre líderes e funcionários, canais oficiais de comunicação, onde todos saibam que vão encontrar os recados mais importantes de que precisam tomar conhecimento.

Escolha o método que se encaixe melhor na rotina de todos: internet, reuniões individuais ou em grupo, um mural, informativos, entre outras possibilidades.

Seja transparente

Esta é uma das qualidades mais importantes para uma comunicação eficiente no ambiente de trabalho. Seja objetivo com as informações, garanta que funcionários e líderes sempre estejam por dentro de tudo que precisam saber para desempenhar bem suas funções.

A transparência não apenas ajuda a evitar erros e mal-entendidos, mas também cria relacionamentos mais sólidos. As pessoas precisam sentir que estão a par do que acontece na empresa, dos motivos que guiam as decisões. Além de se sentirem respeitadas e valorizadas, elas poderão contribuir para os processos se estiverem bem informadas sobre eles.

Quando a comunicação flui, a tendência é que todas as tarefas fluam também. É ela que garante a compreensão entre colegas, garante que as tarefas sejam executadas da forma certa e que a equipe permaneça em harmonia.

E então, pronto para melhorar a comunicação entre líder e funcionário em sua empresa? Assine nossa newsletter e receba mais posts como este!

AIESEC explica: você sabe o que é startup visa?

Em 2016, o governo Obama propôs o Startup Visa, concedendo mais oportunidades para que empreendedores estrangeiros pudessem atuar nos EUA e levantar capital para abrir o seu negócio.

Devido ao cenário político-econômico pelo qual o Brasil está passando, empreendedores têm dificuldades para expandir o capital e desenvolver ideias inovadoras. Muitos sonham com os EUA, onde o acesso ao capital é mais abrangente.

E se antes os empreendedores esbarravam na ausência de visto específico para a sua condição, essa realidade pode mudar. Quer entender as propostas do programa e quais são as alternativas existentes? Acompanhe!

O que é Startup Visa?

O Startup Visa é um programa que garantiria vistos temporários para fundadores de startups estrangeiras.

A iniciativa foi uma proposta do governo americano para diminuir as dificuldades enfrentadas por empreendedores de outros países na obtenção de visto para atuar nos EUA.

Grandes empresas, como a Microsoft, já utilizam o visto H1-B para trazer funcionários qualificados para operar nos Estados Unidos. O programa pode facilitar a criação de novos negócios e empregos no país.

Pequenas e médias empresas no Brasil não têm acesso ao mercado da Bolsa, o que não é um problema nos EUA: o Startup Visa é uma ótima oportunidade para ter acesso a várias formas de capital que podem investir na sua ideia ou, até mesmo, comprar a empresa no futuro.

Se o programa for aprovado, o empreendedor brasileiro poderá ir aos EUA sem ter de entrar pelo programa de visto tradicional.

Quais são as exigências do Startup Visa?

Caso o Startup Visa seja aprovado, para se candidatar, é preciso que o empreendedor tenha participação de pelo menos 15% em uma startup americana com potencial de crescimento e que faça uma petição para o governo dos EUA alegando que o investimento mínimo foi atingido.

Além disso, ele deve receber apoio financeiro de investidores americanos qualificados (“super anjos”), ter advogados e um consultor americanos e demonstrar um benefício público significativo para os Estados Unidos.

O investidor tem então um período de dois anos para levantar os recursos para a empresa. Caso ele consiga, pode estender sua permanência nos Estados Unidos para mais três anos. Após esse período de cinco anos, pode se candidatar ao Green Card.

No Startup Visa, há três possibilidades de investimentos. Leia as condições completas neste link.

Quais são as alternativas ao Startup Visa?

Como o Startup Visa ainda não foi aprovado, empreendedores brasileiros devem ficar ligados nas alternativas já existentes.

O Brasil não tem um tratado bilateral com os Estados Unidos. Isso significa que não podemos aplicar para o Visto EB-2, restando apenas o EB-5.

Além do capital inicial, o EB-5 exige uma prova lícita do recurso, a criação de no mínimo 10 empregos diretos em dois anos e um plano de negócios, dentre outros requisitos. Caso o empreendedor seja aprovado, o EB-5 oferece então o Green Card.

Uma boa forma de se preparar para a obtenção do Startup Visa ou do EB-5 é promover o intercâmbio cultural entre empresas. Dessa forma, você passa a entender como os mercados operam de forma diferente.

Com esse gesto, você demonstra também a abertura de sua empresa para o benefício de outras nações, atraindo investidores internacionais.

O Startup Visa ainda pode ser cogitado no governo de Donald Trump?

Donald Trump tornou-se conhecido também por sua posição contrária à imigração. Como o campo dos investimentos sofre influências políticas, muitos brasileiros estão apreensivos.

No programa de governo, Trump explicita que o plano de imigração deve melhorar as condições de emprego e segurança para os americanos.

O Startup Visa impõe como condição que as empresas criadas ofereçam empregos aos americanos ou gerem receita anual. Portanto, ainda se enquadra no que o então candidato considerava ideal.

O presidente eleito em 2016 tomou posse no dia 20 de janeiro e, até o fechamento deste post, não havia se pronunciado sobre o Startup Visa.

Caso seja aprovado, o Startup Visa trará mudanças significativas aos empreendedores que desejam acessar capitais mais abrangentes e levar seus negócios para novas fronteiras.

Se você é um desses, entenda também por que investir no potencial global da sua empresa!